Dependência emocional e autoestima: como se desprender do que te prende?

Está aí um assunto recorrente, porém ainda considerado como tabu: dependência emocional. Trazemos ela aqui para a nossa conversa porque estamos falando de algo que influencia diretamente na nossa autoestima.

Muitas vezes, a dependência surge da necessidade latente de se sentir aceita, amada, cuidada e pertencente. Neste momento, a opinião do outro se torna mais relevante do que nossas próprias percepções.

E é aqui que a nossa autoestima e beleza são afetadas. Antes mesmo de nos olharmos no espelho e sentirmos toda a beleza que temos, dependemos primeiro do que o outro pode achar.

Isso não é justo. Partiu nos desprender disso!

Eu sou dependente?

A dependência emocional parte de um sentimento de subordinação em relação aos relacionamentos pessoais que faz parte.

Por meio disto, vem um medo patológico do abandono, da solidão e da incapacidade de tomar decisões por conta própria. Por consequência, a aprovação e atenção das pessoas não é só uma necessidade, mas um pré-requisito.

As consequências

É aqui que a baixa autoestima e a falta da real sensação de bem-estar gritam e tomam conta.

Já sabe até no que isso vai dar, né?

Em sentimentos negativos como negação, abandono ou rejeição; ansiedade, se manter em relacionamentos não saudáveis, autoestima e decisões acerca da própria vida dependendo das opiniões de outras pessoas.E o mais grave: deixa de lado as próprias necessidades, desejos e opiniões.

Além disso, internamente, as relações com muita dependência emocional se configuram da seguinte forma: é muito mais do que meramente um sentimento amoroso dos fortes. É a sensação de que você não consegue viver sem aquela pessoa.

Importante ressaltar que não há culpa na dependência. Ninguém faz por mal. É apenas consequência de alguma lacuna na infância ou trauma da vida adulta.

É sobre isso e vai ficar tudo bem. O que queremos na conversa de hoje é te dar soluções e saídas eficazes para que sua autoestima não seja mais desvalorizada ou colocada em segundo plano.

Mandando a dependência emocional para longe em 3, 2, 1…

  1. Não se deixe ser esmagado – cuidado para que seus erros e falhas não sejam bloqueios ao invés de incentivos para melhorar. Tenha a consciência de que todo mundo comete erros, mas nem todos têm a humildade para dar um passo atrás e recomeçar.
  2. Todas as facetas da sua vida importam – você não é apenas uma coisa: é pai, mãe, profissional, estudante, namorada, filho… Todas elas levam à você. Cuidado com a valorização de apenas uma das áreas, ok?
  3. Cuidado com os rótulos – quando falamos de dependência emocional, tudo o que nos aprisiona e limita é prejudicial. Tenha muito cuidado com aqueles rótulos que excluem suas particularidades, virtudes e a sua própria beleza.
  4. Encontre a sua fuga – quando os sentimentos e bloqueios internos estiverem falando muito alto, encontre com o que os silencia. Que tal um hobby ou um momento de autocuidado?
 
 
 
 
 
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  1. Invista em você – quanto mais você se conhece, aperfeiçoa habilidades e investe tempo de qualidade para se cuidar, mais conhece das próprias limitações e da própria beleza. O investimento pode ir desde um momento de spa caseiro até em cursos que vão te impulsionar.
  2. A dependência não precisa estar no outro – para quem sempre viveu sendo dependente emocionalmente de outra pessoa, viver sem isso pode não representar liberdade. É normal se questionar “ok, se fulano não for mais o meu porto seguro, quem será?”. E a resposta é: você mesmo.
  3. Aceite ajuda de quem pode ajudar – não tem problema algum precisar e procurar ajudas saudáveis, que vão te fortificar. O acompanhamento com algum psicólogo de confiança pode ser muito bem-vindo.
  4. Tenha clareza do que te aprisiona – pense, reflita e anote os sentimentos e pensamentos negativos. Aqueles que ativam justamente a insegurança e a baixa autoestima. Só será possível reduzir seus efeitos quando souber quais são eles.
  5. Suas qualidades importam – mais importante do que saber o que te aprisiona é saber o que você representa. Quais são suas qualidades? O que você gosta em você? Do que você se orgulha? E seus sonhos?

O fato é: você não precisa estar sozinho nesta caminhada rumo à sua própria liberdade. A dependência emocional pode ser patológica e toda ajuda que vier para o bem, pode te fortificar.

Cuide de você e da sua autoestima. Acreditamos muito que quando seu interior está fortificado, sua autoestima se fortalece e, consequentemente, desfila por aí com muita crença e certeza de quem é.

Leia também:

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Autoestima para uma vida mais íntegra – Como cultivá-la?

Redes sociais e autoestima: como elas afetam a nossa aparência?

Com carinho,

Clorofitum.

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