A forma como cada pai demonstra amor pode variar bastante, e isso torna eles ainda mais especiais. Tem pai que fala muito, que brinca, que faz questão de estar presente em todos os detalhes. Tem pai que é mais sério, mais reservado, mas que cuida de forma silenciosa, com gestos sutis que ficam marcados na memória.
Pai de sangue, de criação, de escolha. Pai que sempre esteve ali, ou que chegou depois, mas fez questão de permanecer. O que todos eles têm em comum é o amor que se expressa de jeitos diferentes.
E no fim das contas, não importa como esse amor é demonstrado — o que marca mesmo é como ele nos transforma. Os conselhos, os exemplos, até os silêncios… tudo fica. Tudo vira parte de quem a gente é. E é por isso que, com o tempo, a gente aprende a reconhecer esse cuidado até nos próprios gestos.
Neste Dia dos Pais, a gente valoriza o ato de retribuir esse cuidado. Mostrar que lembramos dos momentos, dos ensinamentos e da presença que fez (e faz) diferença todos os dias.
Porque o cuidado que ele nos ensinou, agora somos nós quem podemos oferecer de volta.
Feliz Dia dos Pais!
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